PtA Petrobras encerrou o prazo do edital ProFloresta+ e recebeu 16 propostas voltadas ao desenvolvimento de projetos de crédito de carbono na Amazônia.

Saiba mais: Petroleiras financiam estudo sobre carbono nas florestas do Brasil
A iniciativa faz parte da estratégia da estatal para ampliar ações de descarbonização e compensação de emissões, com foco em soluções baseadas na natureza.
Os projetos inscritos contemplam, principalmente, conservação florestal, restauração de áreas degradadas e manejo sustentável.
Alinhados a padrões reconhecidos do mercado voluntário de carbono.
A proposta é gerar créditos com integridade ambiental, contribuindo para a redução do desmatamento e a valorização de ativos florestais.
Segundo a Petrobras, a seleção prioriza critérios como adicionalidade, mensuração robusta de emissões evitadas, benefícios socioambientais e governança.
A empresa busca parcerias capazes de entregar créditos confiáveis e rastreáveis, mitigando riscos reputacionais e regulatórios.
O edital se insere no contexto de crescimento do mercado de carbono no Brasil.]
Impulsionado por políticas públicas, demanda corporativa e maior escrutínio sobre a qualidade dos créditos.
A Amazônia, pela escala e relevância climática, é vista como eixo estratégico para projetos de alto impacto.
Com a análise das propostas em andamento, a Petrobras deve avançar nas contratações ao longo de 2026.
A expectativa é que os projetos selecionados fortaleçam a agenda climática da companhia e contribuam para o desenvolvimento sustentável na região amazônica.
Saiba mais: Aon cria apólice com pagamento via créditos de carbono
Projeto Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.