Startup investirá R$ 500 mil para promover bioeconomia

A startup Navegam está em busca de R$ 500 mil para promover o desenvolvimento da bioeconomia na Amazônia.

A empresa visa utilizar esses recursos para aprimorar a logística e o monitoramento na região.

Contribuindo para uma gestão mais eficiente e sustentável dos recursos naturais amazônicos.

Objetivos da Captação de Recursos

A Navegam tem como objetivo principal otimizar a cadeia logística na Amazônia.

Garantindo que os produtos da bioeconomia local cheguem aos mercados de maneira mais eficiente e com menor impacto ambiental.

Além disso, a startup pretende implementar sistemas de monitoramento avançados. Para rastrear e garantir a sustentabilidade das operações.

Promovendo a transparência e a integridade na exploração dos recursos naturais.

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Importância da Bioeconomia na Amazônia

A bioeconomia representa uma alternativa viável para o desenvolvimento econômico sustentável na Amazônia.

Oferecendo oportunidades para comunidades locais e contribuindo para a preservação da floresta.

Investimentos em logística e monitoramento são cruciais para viabilizar essa economia.

Permitindo que produtos amazônicos, como óleos essenciais, frutos e fibras, sejam comercializados de forma competitiva e sustentável.

Com o aporte de R$ 500 mil, a Navegam planeja implementar tecnologias de ponta para monitoramento ambiental e logística.

Reduzindo custos e melhorando a eficiência das operações.

A startup acredita que essas melhorias não só beneficiarão as comunidades locais, mas também atrairão mais investidores interessados em projetos sustentáveis na região.

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Projeto da BR ARBO impulsiona bioeconomia

O projeto Mejuruá contribui para impulsionar a bioeconomia.

A partir do comércio de créditos de carbonos florestais, a empresa consegue proteger uma reserva na Amazônia.

Tal ação contribui para a geração de renda no local e o desenvolvimento de uma economia mais resiliente.

Projetos como este devem receber investimentos para que possam continuar a gerar benefícios para a sociedade.

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Por Ana Carolina Ávila

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