Estudo revela que a Amazônia reage de forma variada à seca

Recentemente, pesquisadores mapearam como diferentes áreas da Amazônia reagem à seca. Influenciadas por características específicas da flora e do solo local.

Árvores próximas a lençóis freáticos na Reserva Cuieiras reagem melhor à seca. Enquanto outras áreas sofrem mais, revela estudo publicado na Nature.

Variedade da flora amazônica influencia resposta à seca

A pesquisa mostra que a resposta da Amazônia à seca varia com a profundidade dos lençóis freáticos. E o tamanho das raízes das árvores, além de fatores climáticos.

Cientistas analisaram 20 anos de dados para entender como a floresta amazônica reage à falta d’água, destacando diferenças regionais importantes.

Indicando que áreas do sul da Amazônia são mais afetadas pela seca devido à profundidade dos lençóis freáticos, enquanto o norte mostra maior resistência.

As áreas no sul são mais vulneráveis devido à profundidade dos lençóis freáticos.

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Resposta da Amazônia à seca depende de fatores locais

Estudo destaca que a reação da Amazônia à seca varia conforme a profundidade dos lençóis freáticos e o tipo de solo. Influenciando a resiliência das plantas.

As áreas da Amazônia com lençóis freáticos rasos resistem melhor à seca, enquanto regiões com lençóis profundos enfrentam maiores desafios.

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BR ARBO contribui para mitigar a seca

O Projeto Mejuruá da BR ARBO é uma iniciativa dedicada à conservação e restauração da floresta amazônica.

Focado na proteção de áreas vulneráveis e na recuperação de terras degradadas, o projeto promove práticas sustentáveis de uso do solo e apoio às comunidades locais.

A BR ARBO, por meio do Mejuruá, busca aumentar a resiliência da floresta frente às mudanças climáticas.

Preservando a biodiversidade e garantindo a manutenção dos serviços ecossistêmicos essenciais para o equilíbrio ambiental e o bem-estar das populações que dependem da floresta.

Por Ana Carolina Ávila
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