A Microsoft anunciou a compra de 650 mil toneladas de créditos de carbono da empresa dinamarquesa BioCirc.

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O acordo terá duração de sete anos e marca a primeira grande negociação da gigante de tecnologia após rumores de que teria pausado novas aquisições de remoção de carbono.
A BioCirc utiliza tecnologia de captura e armazenamento de carbono em usinas de biogás na Dinamarca.
O projeto prevê a entrega de cerca de 100 mil créditos por ano até 2032, contribuindo para a redução das emissões de gases do efeito estufa.
O carbono capturado será armazenado em áreas subterrâneas no Mar do Norte.
Segundo a Microsoft, a iniciativa oferece uma solução permanente e escalável para remoção de dióxido de carbono, além de incentivar a transformação do setor de energia renovável.
A parceria também fortalece o mercado global de créditos de carbono e tecnologias sustentáveis.
A Microsoft segue como uma das empresas que mais investem em projetos de remoção de carbono e mantém a meta de se tornar “carbono negativo” até 2030.
Especialistas apontam que acordos como esse ajudam a acelerar investimentos em sustentabilidade, inovação ambiental e energia limpa.
O movimento também reforça o crescimento do mercado de carbono como ferramenta importante no combate às mudanças climáticas.
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Projeto Mejuruá:

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.