Microsoft aposta em créditos de carbono no solo

A Microsoft anunciou a compra de 2,85 milhões de créditos de carbono no solo da empresa americana Indigo Ag,

Em um acordo de 12 anos considerado o maior já firmado nesse segmento.

Créditos de Carbono na Microsoft

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A iniciativa ocorre em um momento em que as emissões da gigante de tecnologia seguem em alta.

Aumentando a pressão para cumprir sua meta de se tornar carbono negativa até 2030.

Os créditos de carbono baseados na agricultura regenerativa fazem parte de um setor em crescimento dentro do mercado voluntário de carbono.

Esses projetos buscam aumentar o sequestro de carbono no solo por meio de práticas agrícolas mais sustentáveis.

Como rotação de culturas, redução do revolvimento do solo e melhor manejo da terra.

Segundo a Microsoft, o acordo com a Indigo Ag reforça sua estratégia de investir em remoções de carbono de longo prazo, indo além de soluções tradicionais de compensação.

A empresa afirma que o foco está em créditos com mensuração, reporte e verificação robustos, garantindo maior integridade ambiental.

Apesar do crescimento desse mercado, os créditos de carbono no solo ainda geram debates.

Especialistas questionam aspectos como permanência, adicionalidade e a precisão das medições ao longo do tempo.

Esses pontos são centrais para a credibilidade dos projetos e para a confiança dos compradores corporativos.

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Projeto Mejuruá 

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.

Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.

Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.

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