A Indigo Carbon ultrapassou a marca de 2 milhões de toneladas.
Métricas de impacto climático verificado em áreas agrícolas dos Estados Unidos.

Saiba mais: Parceria tenta reduzir emissões na Indonésia
O novo marco foi alcançado após a quinta emissão de créditos, chamada de “carbon crop”.
Que adicionou 1,1 milhão de créditos de carbono ao mercado voluntário.
Os novos créditos foram verificados de forma independente e emitidos por meio da Climate Action Reserve um dos principais registros internacionais de créditos de carbono.
Segundo a empresa, esse avanço mostra que programas de carbono no solo têm capacidade de escala e atendem a crescente demanda.
Demanda essa corporativa por créditos com regras mais rígidas de qualidade e integridade.
O método mede tanto o sequestro de carbono quanto a redução de gases de efeito estufa associados ao manejo agrícola, garantindo maior transparência e credibilidade.
De acordo com a liderança da Indigo Carbon, o carbono do solo é uma solução climática estratégica.
Pois além de capturar e armazenar carbono, melhora a conservação da água e aumenta a resiliência das lavouras.
Saiba mais: Platts atualiza avaliação de créditos de carbono
Projeto Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.