Empresas dos Estados Unidos (EUA) passaram a contar com novas orientações para registrar créditos de carbono e outros ativos ambientais em seus balanços financeiros.

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A medida foi anunciada pelo Financial Accounting Standards Board, um órgão responsável pelas normas contábeis do país.
As novas regras trazem mais clareza sobre como empresas devem contabilizar créditos ambientais, como compensações de carbono e certificados de energia renovável.
Até então o sistema contábil americano não possuía diretrizes específicas para esse tipo de ativo sustentável.
Segundo o FASB, a atualização busca aumentar a transparência e melhorar a divulgação das informações ligadas à sustentabilidade corporativa.
A expectativa é reduzir dúvidas no mercado e criar padrões mais confiáveis para investidores e empresas.
O crescimento do mercado de créditos de carbono e das práticas de ESG aumentou a pressão por regras mais claras. Muitas empresas utilizam esses créditos para compensar emissões e cumprir metas ambientais.
Especialistas avaliam que a nova orientação pode fortalecer o mercado sustentável global.
Além de ampliar a segurança contábil, a medida também pode incentivar novos investimentos em energia limpa, preservação ambiental e redução de emissões.
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Projeto Mejuruá: Compromisso com o Meio Ambiente

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil, financiada pelo empresário Gaetano Buglisi.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.