As corporações nativas do Alasca levaram a Suprema Corte do Alasca uma disputa sobre quem tem direito às receitas de créditos de carbono.

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Questionando se outras entidades podem reter mais de 100 milhões sem compartilhamento, a luz de um acordo judicial firmado em 1982.
A Corte debate uma questão que não existia há mais de 50 anos, quando o Congresso aprovou a Lei de Liquidação de Reivindicações dos Nativos do Alasca.
Em outras palavras as empresas podem lucrar por não cortar árvores da mesma forma que lucram ao explorar madeira?
A resposta pode redefinir como centenas de milhões de dólares circulam entre as 12 corporações indígenas regionais do Alasca.
E alterar profundamente a forma como elas monetizam suas reservas florestais.
No centro da disputa estão a Sealaska Corporation, a Chugach Alaska Corporation e a Ahtna Incorporated.
Que podem ser obrigadas a compartilhar mais de US$ 100 milhões em receitas de carbono.
A controvérsia remonta a 1971 quando a ANCSA dividiu as terras indígenas entre corporações regionais e de aldeias.
Algumas receberam áreas ricas em florestas de abetos de Sitka, enquanto outras ficaram com regiões de tundra pouco produtiva.
Para reduzir desigualdades o Congresso determinou que 70% das receitas de exploração madeireira e mineral fossem compartilhadas.
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Projeto Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.