A Índia deve lançar seu mercado de crédito de carbono nos próximos quatro meses marcando um avanço importante na agenda climática do país.

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A iniciativa busca reduzir as emissões de carbono e criar um sistema mais estruturado para negociação desses créditos no mercado interno.
O anúncio foi feito pelo ministro da Energia, Manohar Lal Khattar.
Durante a Cúpula de Eletricidade da Índia de 2026, em Nova Délhi.
Segundo ele empresas interessadas em participar do mercado de crédito de carbono precisarão se registrar previamente.
Garantindo mais organização e transparência no sistema.
O novo modelo permitirá que empresas com excedente de créditos de carbono vendam para aquelas que não conseguirem cumprir suas metas de emissão.
Esse formato cria incentivos financeiros e estimula a redução das emissões de carbono.
Tornando o mercado mais eficiente e atrativo para o setor industrial.
A medida faz parte de um esforço maior da Índia para enfrentar o aquecimento global.
O país já se comprometeu a atingir a neutralidade de carbono até 2070.
Alinhado ao Acordo de Paris além de investir fortemente em energia renovável e políticas ambientais mais rigorosas.
Com o novo sistema, cerca de 490 empresas terão metas obrigatórias de redução de emissões de carbono a partir de 2026.
Fortalecendo a transição para uma economia mais sustentável.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa financiada pelo empresário Gaetano Buglisi, importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.