Crédito de carbono: ES quer incluir agricultores familiares

A Assembleia Legislativa do Espírito Santo está avançando no uso do crédito de carbono ao incluir agricultores familiares nesse mercado.

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A iniciativa faz parte do projeto Arranjos Produtivos, que entra em uma nova fase focada na redução das emissões de carbono e na geração de renda sustentável no campo.

O programa passa a orientar produtores rurais na criação de projetos ambientais que possam gerar créditos de carbono.

A ideia é unir preservação ambiental com oportunidade econômica, mostrando que práticas sustentáveis podem trazer retorno financeiro direto para pequenos agricultores.

Além disso, o projeto será ampliado para 35 municípios do Espírito Santo a partir de 2026.

Segundo o presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, Marcelo Santos.

O crédito de carbono deixou de ser tendência e se tornou uma necessidade real para quem vive da produção rural.

Desde 2025, agricultores vêm recebendo capacitação sobre como entrar no mercado de créditos de carbono.

Entre as práticas incentivadas estão o uso sustentável do solo, reflorestamento, recuperação de áreas degradadas e preservação da vegetação nativa.

Esse movimento fortalece o papel do Brasil no mercado sustentável e mostra como o campo pode ser protagonista na luta contra as mudanças climáticas.

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Projeto Mejuruá

Projeto Mejuruá- Amazônia

projeto Mejuruá é uma iniciativa financiada pelo empresário Gaetano Buglisi, importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.

Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.

Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.

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