As companhias aéreas passaram a enfrentar novos custos de compensação de carbono após as emissões da aviação internacional ultrapassarem a linha de base do CORSIA.
Créditos de Carbono em companhas áreas
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Esse movimento reativa as obrigações de conformidade no âmbito do Esquema de Compensação e Redução de Carbono para a Aviação Internacional.
Com isso, as empresas aéreas participantes precisam comprar e cancelar créditos de carbono elegíveis para compensar o aumento das emissões.
O CORSIA entrou oficialmente em sua Primeira Fase, com participação voluntária de mais de 120 países.
Incluindo União Europeia, Reino Unido, Estados Unidos, Brasil, Japão e Emirados Árabes Unidos.
A partir da Segunda Fase a adesão se tornará obrigatória para quase todos os Estados-membros da OACI.
Ampliando significativamente o alcance do programa.
Segundo especialistas, as opções de compra de créditos de carbono incluem registros oficiais, mercados focados em aviação e contratos de longo prazo ligados a projetos como REDD+.
Esse cenário tende a aumentar a demanda por créditos de carbono de alta integridade,
Pressionando preços e exigindo planejamento estratégico das companhias aéreas.
Embora o CORSIA seja visto como uma solução de curto prazo, cresce a pressão para reduções reais de emissões.
O Combustível de Aviação Sustentável é apontado como a principal alternativa de longo prazo para a descarbonização da aviação.
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Projeto Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.