A agricultura de carbono surge como uma oportunidade estratégica para Bangladesh enfrentar os impactos das mudanças climáticas e ao mesmo tempo gerar novas fontes de renda.

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Como um dos países mais vulneráveis ao clima, Bangladesh pode compensar perdas na produção agrícola por meio da geração de créditos de carbono.
Essas práticas incluem agricultura regenerativa , uso de energia limpa e sistemas mais eficientes de gestão da água.
Ao reduzir ou capturar emissões de carbono os gricultores podem gerar créditos negociáveis no mercado de carbono.
Aumentando a renda rural e fortalecendo a economia agrícola do país.
A iniciativa amplia a capacidade de sequestro de carbono e cria condições para que o país obtenha receitas significativas com créditos de carbono florestais e agrícolas.
Contribuindo também para a recuperação ambiental.
O tema ganhou destaque internacional durante a COP30 que enfatizou a importância da transformação agrícola.
E da agricultura regenerativa para apoiar políticas climáticas e ampliar projetos de captura de carbono no setor rural.
Programas como a estratégia de agricultura transformadora até 2050 podem incentivar a agricultura neutra em carbono.
E ao mesmo tempo em que fortalecem a resiliência climática e geram novas oportunidades econômicas para agricultores.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa financiada pelo empresário Gaetano Buglisi, importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.