A tradicional Corrida Internacional de São Silvestre alcançou um marco histórico em 2025 ao se tornar carbono neutro.
Reforçando o compromisso ambiental do evento centenário realizado na capital paulista.

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A iniciativa integra ações de sustentabilidade voltadas à redução e compensação das emissões de gases de efeito estufa geradas pela corrida.
Em parceria com o Grupo Solví, a organização da São Silvestre passou a compensar as emissões associadas ao deslocamento dos atletas.
Ao consumo de energia e água e à geração de resíduos durante o evento.
O objetivo é neutralizar o impacto ambiental total da competição alinhando esporte e responsabilidade climática.
A compensação de carbono será feita por meio da geração de créditos de carbono.
Obtidos a partir do tratamento adequado dos resíduos sólidos produzidos ao longo da corrida.
Esses créditos representam reduções certificadas de emissões e permitem que o evento atinja a neutralidade climática de forma mensurável e transparente.
Com a edição de 2025, a São Silvestre se consolida como referência em sustentabilidade no esporte.
Mostrando que grandes eventos podem adotar práticas ambientais responsáveis sem perder relevância ou alcance.
A neutralização de carbono reforça o papel do esporte como aliado na transição para uma economia de baixo carbono.
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Projeto Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.