Instituições financeiras do Reino Unido e da África estão se preparando para criar mercados.
Que podem funcionar de forma parecida com o comércio de créditos de carbono.

Saiba mais: Yara acelera tecnologias de baixo carbono no campo
A ideia é antecipar mudanças regulatórias esperadas para 2026 e construir uma base sólida para novos tipos de ativos de biodiversidade.
A ministra britânica da Natureza, Mary Creagh esteve em Nairóbi para entender se bancos e investidores africanos estão prontos para expandir produtos financeiros ligados a natureza.
As reuniões com CEOs da ANCA discutiram desde as necessidades de investimento até como transformar dados ecológicos em instrumentos financeiros negociáveis.
Tradicionalmente, o Reino Unido atuou na pauta ambiental africana por meio de ajuda internacional.
Porém algumas autoridades indicam que essa visão está mudando agora.
O governo vê o financiamento da natureza como uma oportunidade estratégica de crescimento econômico.
Londres acredita que participar desde o início da criação desses mercados dará vantagem a gestores de ativos e seguradoras britânicas.
Especialmente diante do avanço das exigências globais de divulgação de biodiversidade.
Com isso, o Reino Unido tenta se posicionar como ponte entre investidores globais e projetos de conservação africanos.
Influenciando a estrutura de mercados que podem ganhar grande escala nos próximos anos.
Saiba mais: Etanol brasileiro pode ter carbono negativo com novas tecnologias
Projeto Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.