Um novo programa australiano de créditos de carbono voltado a energia solar e veículos elétricos está sendo acusado de induzir consumidores ao erro.

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A iniciativa, criada pela empresa Aetium promete gerar milhares de créditos de carbono.
ra pessoas e organizações que registrem painéis solares, carros elétricos e áreas florestais.
Mas ativistas climáticos alertam para riscos de fraude e greenwashing.
A organização Climate Integrity solicitou ao regulador corporativo australiano a abertura de uma investigação.
Alegando que o modelo da Aetium viola princípios básicos da compensação de carbono.
Segundo especialistas, o esquema ignora o critério de adicionalidade.
Que determina que um projeto só pode gerar créditos se a redução de emissões não tivesse ocorrido sem o incentivo financeiro do próprio programa.
De acordo com o site da empresa, mais de 4.000 projetos já foram registrados desde fevereiro do ano passado.
Incluindo iniciativas de governos locais e empresas privadas, como veículos elétricos da locadora Europcar.
Especialistas alertam que programas que não cumprem o teste de adicionalidade podem enganar consumidores.
Criando a falsa impressão de impacto climático positivo.
Além de prejudicar a confiança no mercado de carbono, esse tipo de prática pode enfraquecer os esforços reais de redução de emissões e atrasar o enfrentamento efetivo da crise climática.
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Projeto Mejuruá: Um projeto de Credibilidade Ambiental

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.