A criação do UE Green Bond Standard em dezembro de 2024 representou um marco para as finanças sustentáveis na Europa.

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O objetivo é simples basicamente é criar uma definição clara do que realmente pode ser chamado de verde e reduzir o risco de greenwashing no mercado de títulos.
Na prática, os primeiros emissores e investidores veem o padrão como um avanço importante para dar credibilidade e confiança ao mercado.
Ao exigir que os recursos captados sejam destinados a projetos alinhados a Taxonomia da União Europeia.
O EU GBS traz mais clareza sobre o impacto ambiental real dos investimentos.
Diferente do que existia antes, quando os títulos verdes seguiam regras voluntárias e pouco padronizadas o novo padrão conecta diretamente o mercado financeiro a critérios oficiais da UE.
Isso ajuda investidores a comparar produtos, entender riscos e avaliar se o dinheiro está, de fato, financiando atividades sustentáveis.
Os primeiros adotantes também destacam desafios.
O alinhamento a taxonomia pode ser complexo e exigir mais dados, relatórios e adaptação por parte dos emissores.
Por outro lado esse esforço tende a aumentar a qualidade dos projetos financiados e a atrair investidores mais comprometidos com impacto ambiental.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões