A Cultivo, empresa norte-americana especializada em capital natural, assumiu um novo passo ao adquirir a Kateri.

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Iniciativa conhecida como “a empresa de carbono dos pecuaristas”.
A estratégia reforça o objetivo de ampliar projetos de restauração de pastagens e consolidar modelos de investimento baseados em créditos de carbono.
Com a aquisição, a Cultivo passa a integrar o conhecimento de campo da Kateri e sua relação direta com produtores rurais ao seu próprio modelo tecnológico e financeiro.
Isso deve acelerar práticas de manejo sustentável, ampliar a qualidade dos projetos e facilitar o acesso a capital institucional para iniciativas de restauração.
Segundo o CEO Manuel a missão da empresa é transformar grandes áreas degradadas em ativos ambientais permanentes.
A estratégia combina inteligência artificial, monitoramento via satélite e operação direta em campo.
Fortalecendo a capacidade de impacto e a articulação com pecuaristas.
A Cultivo trabalha com um modelo centrado em “economia da restauração”.
Identifica terras com potencial regenerativo usando dados e análises digitais, firma parceria com os donos das áreas.
Para executar ações de recuperação ambiental financiadas por investidores.
Os projetos resultam em créditos de remoção de carbono, comprados por empresas que desejam compensar emissões.
Dessa forma, a Cultivo promove benefícios ambientais, gera renda para produtores e fortalece o mercado de soluções baseadas na natureza.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa que tem como objetivo proteger a floresta amazônica e ajudar as comunidades locais.
Por meio da conservação ambiental ele gera créditos de carbono que contribuem para a redução das emissões de gases poluentes, promovendo o desenvolvimento sustentável na região.