Mercado de créditos de carbono cresce no mundo

O mercado global de créditos de carbono movimenta cerca de US$ 2 bilhões por ano.

E vem sendo apontado como uma das ferramentas para combater as mudanças climáticas.

Crescimento do mercado de carbono

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A proposta é compensar emissões de carbono por meio da preservação e plantio de árvores.

Os créditos funcionam como certificados ambientais negociados entre empresas e investidores.

Projetos de conservação florestal conseguem gerar créditos que podem ser comprados por empresas interessadas em reduzir ou compensar suas emissões de gases poluentes.

Apesar do crescimento, o mercado também enfrenta críticas.

Especialistas afirmam que muitos projetos ainda possuem pouca transparência e não conseguem reduzir as emissões na velocidade necessária para enfrentar a crise climática.

Nos Estados Unidos, novas iniciativas tentam aumentar a credibilidade do setor e ampliar o acesso de pequenos proprietários rurais ao mercado de carbono.

A ideia é permitir que produtores e donos de florestas também possam receber recursos pela preservação ambiental.

Defensores do modelo acreditam que os créditos de carbono podem incentivar investimentos em sustentabilidade, conservação florestal e energia limpa.

Ao mesmo tempo, cresce a pressão por regras mais rígidas e maior fiscalização no setor.

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Projeto Mejuruá: Compromisso com o Meio Ambiente

Projeto Mejuruá, Amazônia

projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil, e financiada pelo empresário Gaetano Buglisi. 

Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.

Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões

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