O Brasil reforçou na ONU sua estratégia para manter as florestas em pé ao mesmo tempo em que gera renda e desenvolvimento sustentável.

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Durante o 21º Fórum sobre Florestas representantes brasileiros destacaram a importância de transformar metas ambientais em ações concretas até 2030.
Segundo o diretor do Serviço Florestal Brasileiro o foco do país não está em criar novas promessas.
Mas em implementar soluções que unam preservação ambiental, tecnologia, economia e justiça social.
A proposta brasileira busca fortalecer mecanismos capazes de recompensar países que mantêm baixas taxas de desmatamento.
Entre as ideias defendidas está a criação de incentivos financeiros para nações que preservam suas florestas tropicais.
O objetivo é garantir recursos contínuos para ampliar investimentos em fiscalização ambiental, combate a crimes ambientais e proteção da biodiversidade.
O Brasil também aposta no Tropical Forest Facility fundo internacional que pretende atrair investimentos globais para apoiar a conservação das florestas.
Com a aproximação de 2030, o debate internacional se concentra cada vez mais na implementação prática das metas ambientais.
Brasil defende preservação das florestas com geração de renda até 2030O posicionamento brasileiro reforça a importância da economia verde, dos créditos de carbono,
E de novos mecanismos financeiros para garantir a proteção das florestas e o desenvolvimento sustentável.
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Mercado de carbono: Projeto de Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.