As novas regras de emissões de carbono da UE, União Europeia devem impactar diretamente os exportadores da Coreia do Sul a partir de 2031.

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Um relatório recente mostra que os custos ligados ao CBAM vão subir bastante.
Principalmente porque o bloco europeu pretende acabar com as licenças gratuitas de emissão.
De acordo com o estudo, o peso financeiro do CBAM deve crescer após 2030.
Quando a União Europeia começar a reduzir de forma mais intensa essas licenças dentro do seu sistema de comércio de emissões.
Isso significa que empresas exportadoras terão que pagar mais para compensar o carbono emitido na produção de seus produtos.
Desde janeiro, a União Europeia já aplica uma taxa sobre produtos com alta emissão de carbono.
Como aço, alumínio, cimento e fertilizantes.
A tendência é que o CBAM se expanda até 2028, incluindo também setores como máquinas, eletrônicos e equipamentos médicos, aumentando ainda mais o alcance da medida.
Nesse cenário, empresas que exportam para o mercado europeu precisam calcular e informar suas emissões de carbono.
Com base nesses dados os importadores devem comprar certificados do CBAM.
O que torna o processo mais caro e complexo para toda a cadeia de exportação.
A participação de produtos com licenças gratuitas deve cair de 97,5% para zero até 2034 consequentemente aumentando a pressão sobre os exportadores.
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O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.