A recente crise energética global de combustíveis destacou a importância da segurança energética.
E acelerou a busca por fontes de energia de baixo carbono.

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Nesse cenário a China tem ampliado seus investimentos em inovação energética.
Enquanto Hong Kong pode assumir um papel estratégico como ponte entre o país e os mercados globais de energia e tecnologia climática.
O posicionamento internacional de Hong Kong permite que a cidade funcione como um importante intermediário na exportação de tecnologias energéticas chinesas.
E no desenvolvimento de mecanismos globais de precificação de carbono e energia.
Essa atuação pode fortalecer a chamada diplomacia energética chinesa ampliando a influência do país nas discussões sobre transição energética e sustentabilidade.
Ao mesmo tempo, a transição energética enfrenta desafios importantes.
Fontes como energia solar e eólica apresentam intermitência.
Enquanto novas tecnologias ainda enfrentam custos elevados e debates sobre segurança, especialmente no caso da energia nuclear.
Para muitos países investir em energias limpas e independência energética não é apenas uma questão ambiental.
Mas também uma estratégia geopolítica para reduzir a dependência de importações e fortalecer a segurança energética nacional.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa financiada pelo empresário Gaetano Buglisi, importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.