A recente repressão aos créditos de carbono no Quênia trouxe a tona preocupações sobre a integridade.
De parte do mercado voluntário de carbono.

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Autoridades locais passaram a investigar práticas consideradas questionáveis por alguns participantes do setor.
Incluindo desenvolvedores de projetos, agências de classificação e corretoras.
Segundo especialistas, certas estratégias estariam inflando o valor de créditos que nem sempre representam reduções reais e permanentes de emissões de carbono.
A partir de agora o órgão terá um papel central na definição do volume de créditos de carbono negociáveis.
Buscando garantir maior transparência e credibilidade ao mercado climático do país.
A empresa dependia de uma Carta de Autorização, documento exigido para participação em projetos relacionados ao Artigo 6º do Acordo de Paris.
Que regula a cooperação internacional em redução de emissões.
Sem essa autorização a empresa perdeu a capacidade de operar no mercado de créditos de carbono o que acabou levando à falência e ao início de um processo de recuperação judicial.
Especialistas defendem que regras mais claras e fiscalização rigorosa são essenciais para garantir que os créditos de carbono realmente contribuam.
Para a redução das emissões globais e para o avanço das metas climáticas internacionais.
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Projeto Mejuruá

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.