O mercado voluntário de carbono está ganhando cada vez mais relevância nas estratégias corporativas de ação climática.

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Um novo levantamento global da consultoria da Schneider Electric mostra que muitas empresas passaram a enxergar os créditos de carbono de forma diferente.
Como ferramentas confiáveis para enfrentar os desafios ambientais.
Em um cenário marcado por pressões regulatórias e pela necessidade de reduzir emissões o interesse das organizações por esse mercado cresce de forma consistente.
Segundo o relatório Carbon Credit Outlook 2025 cerca de dois terços das empresas já utilizam padrões certificados pela International Carbon Reduction and Offset Alliance para validar suas ações climáticas.
Esses dados mostram que o mercado de créditos de carbono está se tornando mais estruturado.
Com regras e mecanismos de verificação cada vez mais sólidos.
O estudo também revela que o setor empresarial está deixando para trás o antigo ceticismo em relação a esse tipo de instrumento climático.
Essa mudança indica que a agenda climática passou a ocupar um papel mais central nas decisões corporativas.
A tendência é que esse movimento se intensifique nos próximos anos.
Mais de 55% das empresas planejam ampliar sua participação no mercado voluntário de carbono até 2030.
Enquanto apenas uma pequena parcela afirma não considerar esses mecanismos em sua estratégia climática.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.