O Governo da Índia anunciou a ampliação das metas de Intensidade de Emissão de Gases de Efeito Estufa.
Para mais 208 empresas altamente emissoras, reforçando o escopo do Mercado de Carbono Indiano.

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Com essa expansão, o número total de empresas obrigadas a cumprir metas de redução de emissões sobe para 490 companhias.
Abrangendo alguns dos setores mais intensivos em carbono da economia indiana.
Em 2025 o governo já havia definido metas para 282 empresas dos segmentos de cimento, alumínio, celulose e papel.
Sinalizando uma implementação gradual e estruturada do sistema.
O Sistema de Comércio de Créditos de Carbono anunciado em 2023, é a base regulatória do mercado de carbono da Índia.
Seu objetivo é reduzir emissões de gases de efeito estufa, atribuindo valor econômico ao carbono por meio da negociação de créditos.
Incentivando ganhos de eficiência e investimentos em tecnologias de baixo carbono.
Segundo o governo, a ampliação do sistema é resultado de anos de diálogo com a indústria.
E análises técnicas detalhadas e coordenação institucional.
A expectativa é que o Mercado de Carbono Indiano se torne um instrumento central para conciliar crescimento industrial, competitividade econômica e metas climáticas de longo prazo.
Apoiando a trajetória da Índia rumo a neutralidade de carbono.
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Projeto Mejuruá
O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.
O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.
Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.