A Indonésia aderiu a uma iniciativa internacional liderada por governos para impulsionar o comércio de créditos de carbono de alta integridade.
E atrair mais capital privado para soluções climáticas baseadas na natureza.

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O anúncio foi feito pela Coalizão para o Crescimento dos Mercados de Carbono, que agora conta com o país asiático como seu membro nacional.
A entrada ocorreu após uma mesa em Londres realizada na sede do Standard Chartered.
E sucede uma reunião entre o presidente indonésio Prabowo Subianto e o primeiro ministro britânico Keir Starmer.
A coalizão é copresidida por Quênia, Singapura e Reino Unido e busca ampliar o uso corporativo de créditos de carbono com padrões elevados de integridade ambiental e social.
Os princípios da iniciativa foram apresentados inicialmente durante a COP30 no Brasil.
E propõem uma estrutura comum para orientar governos e empresas no uso de créditos de carbono confiáveis.
A meta é garantir que esses ativos realmente contribuam para a redução de emissões.
E a proteção da natureza e benefícios sociais mensuráveis.
A Indonésia chega ao grupo com forte experiência em projetos florestais, soluções baseadas na natureza, manguezais e turfeiras tropicais, ativos estratégicos para o mercado global de carbono.
A expectativa é que o país ajude a destravar investimentos privados em projetos de alta qualidade ambiental.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.