O mercado de tecnologia de remoção de carbono está em forte expansão e deve crescer a uma taxa anual composta de 14,59% até 2034.

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Segundo a DataM Intelligence, o setor pode alcançar US$ 2,17 bilhões na próxima década, impulsionado por metas climáticas mais rígidas.
E impulsionado por incentivos governamentais e pela crescente demanda por créditos de carbono de alta qualidade.
A região Ásia-Pacífico lidera a adoção dessas tecnologias, apoiada por políticas públicas, industrialização acelerada e compromissos de longo prazo com a neutralidade de carbono.
Países como China, Índia e Japão vêm investindo em projetos de captura, uso e armazenamento de carbono.
Investimentos do Departamento de Energia dos EUA e novas plantas em escala comercial estão acelerando a maturidade do mercado e reduzindo custos.
Entre as tecnologias que mais ganham espaço estão a Captura Direta de Ar , o BECCS e o biochar.
Que combinam inovação tecnológica com maior permanência do carbono removido.
Essas soluções atendem tanto a setores industriais quanto ao mercado voluntário, cada vez mais focado em integridade ambiental e rastreabilidade.
O crescimento do setor também é impulsionado por empresas globais de tecnologia e indústria, que fecham contratos de longo prazo para garantir remoções confiáveis de carbono.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.