O Brasil esteve no centro do debate global sobre clima, agro e sustentabilidade em 2025 ao sediar a COP 30 reforçando seu papel estratégico na agenda ambiental.

Saiba mais: Franceses criam plataforma inovadora de créditos de carbono
No cenário interno, o país também avançou com a criação da lei do mercado de carbono e com novas normas ambientais.
Que passaram a influenciar diretamente o acesso ao crédito rural subsidiado e ao seguro rural.
Essas mudanças marcaram um endurecimento dos critérios ambientais exigidos do setor agropecuário.
Produtores passaram a precisar comprovar maior conformidade ambiental para acessar políticas públicas de financiamento.
O que sinaliza uma integração cada vez maior entre sustentabilidade e política agrícola.
Parte desse movimento virá da regulamentação e do aperfeiçoamento das regras já aprovadas, além da repercussão dos compromissos assumidos pelo Brasil na COP 30.
wue devem se refletir em novas exigências práticas para o campo.
O cenário internacional também deve seguir impactando o agro brasileiro.
Há um entendimento crescente de que regras ambientais estão sendo usadas como barreiras comerciais, especialmente por grandes mercados importadores.
O que exige maior adaptação dos produtores nacionais às exigências globais.
Nesse contexto, o crédito verde tende a ganhar ainda mais relevância em 2026.
Linhas de financiamento atreladas a boas práticas ambientais devem se consolidar como ferramenta-chave para manter a competitividade do agro brasileiro.
Ao mesmo tempo em que reforçam a transição para uma agricultura mais sustentável.
Saiba mais: Compra obrigatória de Créditos de Carbono pelo STF ]