Mercado de carbono entra na era da comprovação

No último ano os temas como padronização no mercado de carbono e o avanço do Artigo 6 do Acordo de Paris ficaram em alta.

 E  a consolidação da África como polo de investimentos em carbono ganharam força.

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Mesmo que ainda esteja em meio a turbulências o mercado voluntário de carbono encolheu para o menor volume de transações em seis anos, refletindo uma limpeza necessária no setor.

Apesar disso, o dado mais relevante é que a aposentadoria de créditos de carbono permaneceu estável.

Mesmo com uma queda de cerca de 25% no volume negociado em 2024, a demanda estrutural mostrou resiliência.

Indicando que compradores comprometidos continuam ativos enquanto participantes menos sólidos deixaram o mercado.

Esse cenário revela um paradoxo claro: menos volume, mais integridade.

A fase da compensação genérica perdeu espaço para um mercado mais disciplinado onde qualidade, rastreabilidade e impacto real.

Se tornaram critérios centrais para investidores e empresas.

O resultado é  créditos de alta integridade passando a exigir preços premium.

Enquanto ativos antigos e de baixa qualidade são negociados por valores inferiores a US$ 1.

A mensagem é direta que o futuro do mercado de carbono será definido não pela quantidade mas pela credibilidade e comprovação dos resultados climáticos.

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Projeto Mejuruá 

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.

Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.

Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.

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