Um novo estudo revela que a pegada de carbono da inteligência artificial pode atingir níveis comparáveis aos de grandes cidades.

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Levantando alertas sobre os impactos ambientais do avanço acelerado dessas tecnologias.
Segundo o relatório, os centros de dados de IA poderão emitir entre 32,6 e 79,7 milhões de toneladas de carbono em 2025.
No cenário mais elevado, as emissões se aproximam das de Nova Iorque, que registrou cerca de 52,2 milhões de toneladas em 2023.
Mesmo no limite inferior das estimativas, o volume de emissões já seria comparável ao de países inteiros.
O estudo aponta que os valores se alinham as emissões totais da Noruega, estimadas em aproximadamente 31 milhões de toneladas de carbono em 2023.
Além do carbono o consumo de água também preocupa a projeção indica que os sistemas de IA podem usar, em um único ano, uma quantidade equivalente ao consumo anual global da indústria de água engarrafada.
O estudo destaca ainda a dificuldade de medir com precisão esses impactos.
Já que muitas empresas de tecnologia não divulgam dados detalhados sobre emissões e uso de recursos.
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Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.