Com a COP30 cresceu a urgência de acelerar a redução de emissões diante do risco de ultrapassar a meta de 1,5°C do Acordo de Paris da ONU.

Saiba mais: Protagonismo no mercado de créditos de carbono no Brasil das Cooperativas
Nesse contexto o mercado de carbono regulamentado pela ONU surge como uma ferramenta estratégica, capaz de criar sinais de preço para o carbono e impulsionar a transição climática.
O avanço das negociações do Artigo 6 do Acordo de Paris aponta para a consolidação do Mecanismo de Crédito do Acordo de Paris.
Que pode estruturar o primeiro mercado global de carbono sob governança da ONU.
As decisões da COP30 serão decisivas para definir como os créditos de carbono serão gerados, verificados e negociados.
Esse novo mercado também pode ampliar o financiamento climático, especialmente em mercados emergentes e economias em desenvolvimento.
Ao estabelecer regras claras e padronizadas, o PACM pode viabilizar mais projetos de baixo carbono.
Atrair investidores internacionais e apoiar a descarbonização global de forma mais eficiente.
Apesar das oportunidades, os riscos para instituições financeiras ainda são relevantes.
Iniciativas de alta integridade, apoiadas pelo G20 e por coalizões internacionais buscam justamente reduzir esses riscos e fortalecer a governança ambiental e social.
Consolidando o mercado de carbono da ONU como um pilar central das finanças sustentáveis no pós-COP30.
Saiba mais:Microsoft compra créditos de carbono com pó de rocha no Brasil
Créditos de Carbono: Projeto Mejuruá

O projeto Mejuruá é uma iniciativa importante que ajuda a conservar a floresta amazônica no Brasil.
Ele protege grandes áreas de floresta nativa, evitando o desmatamento e contribuindo para a captura de carbono.
Além disso o projeto gera créditos de carbono que podem ser vendidos para empresas interessadas em compensar suas emissões.