Microsoft aposta em créditos de carbono de turfeiras para remoção durável

A Microsoft anunciou uma parceria com a Pantheon Regeneration para restaurar turfeiras degradadas nos Estados Unidos.

Saiba mais: Projetos de carbono no Zimbábue expõem desafios para comunidades locais

O objetivo é gerar créditos de carbono de alta qualidade fortalecendo uma das estratégias naturais mais promissoras contra a crise climática.

As turfeiras, apesar de pouco conhecidas, são ecossistemas essenciais para o planeta.

Esses ambientes encharcados funcionam como sumidouros naturais de carbono, armazenando mais carbono por metro quadrado do que qualquer outra área terrestre.

Estimativas científicas mostram que as turfeiras concentram cerca de 455 gigatoneladas de carbono.

O dobro do que está estocado em todas as florestas do mundo juntas.

Quando uma turfeira é degradada, esse carbono fica em risco.

Restaurar essas áreas impede a liberação desse estoque e promove novas remoções, garantindo créditos de carbono com alta integridade climática.

Esse é justamente o foco da parceria entre Microsoft e Pantheon, que busca soluções naturais com monitoramento rigoroso e benefícios de longo prazo.

Saiba mais: COP30 e o novo mercado de carbono da ONU: riscos e oportunidades

Projeto Mejuruá 

O empresário Gaetano Buglisi financia um projeto muito importante para o meio ambiente, chamado Projeto Mejuruá.

O projeto tem como objetivo proteger a floresta e gerar renda para as comunidades locais.

Por meio da preservação ambiental e do uso sustentável dos recursos naturais, ajudando a produzir créditos de carbono florestal fortalecendo a organização das comunidades.

Fale Conosco

Entre em contato com a BR Arbo e
obtenha mais informações sobre o
nosso trabalho.